Sugerimos aos nossos visitantes a leitura dos seguintes artigos e entrevistas, publicados pela editora deste EG Mônica Brandão em parceria com Cida Hess (Revista RI e Acionista) e José Carlos Paranhos (Revista RI):
Mostrando postagens com marcador governança corporativa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador governança corporativa. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 9 de setembro de 2026
O pensamento sistêmico e a visão do todo
Problemas complexos raramente têm causas isoladas.
Iniciemos com um problema empresarial que parece simples. Uma empresa começa a apresentar atrasos na entrega de produtos, erros e queda de produtividade. A conclusão parece evidente: faltam pessoas, todos estão sobrecarregados. A solução também parece simples: contratar. Mas talvez o problema mais profundo esteja menos na quantidade de profissionais do que no sistema em que eles trabalham.
sábado, 5 de setembro de 2026
Ronald Coase e a pergunta sobre a razão de existir das firmas
Antes de governar uma organização, é preciso compreender por que ela existe.
Ronald Harry Coase foi uma das personalidades mais importantes do pensamento econômico do século XX e um dos autores cuja obra ajudou a construir as bases intelectuais para compreender as organizações, os contratos, os direitos de propriedade e os mecanismos pelos quais as atividades econômicas são coordenadas.
sábado, 29 de agosto de 2026
O pensamento metafórico e a metáfora como ferramenta de governança
Governança corporativa pode parecer, à primeira vista, um território dominado por números, indicadores, relatórios, auditorias, matrizes de risco, demonstrações financeiras e complexos modelos de projeção do futuro. Conselheiros recebem toneladas de informações e precisam transformar esse material em decisões capazes de diagnosticar o presente, antecipar riscos e construir o futuro da organização.
quinta-feira, 27 de agosto de 2026
Mervyn King e a governança além do acionista
como parte da sociedade
Governar uma organização, na visão de Mervyn King, deixou de significar apenas disciplina nas relações entre acionistas, administradores e conselhos. Passou também a exigir uma pergunta mais ampla: quais são as consequências da atuação de uma empresa para todos aqueles que dela dependem – e para a própria sociedade na qual ela existe?
sexta-feira, 21 de agosto de 2026
Ira Millstein e a governança na mesa do conselho
Quando o conselho deixa de assistir e passa a governar.
Ira Millstein ocupa um lugar muito particular na história da governança corporativa. Ele dedicou grande parte de sua trajetória a uma questão essencialmente prática: o que um conselho de administração precisa fazer para realmente governar?
quinta-feira, 20 de agosto de 2026
Bob Tricker e o nascimento intelectual da governança corporativa
Antes de a governança corporativa se tornar código,
ela precisou se tornar objeto de estudo.domingo, 16 de agosto de 2026
Presidente da AMEC elenca questões relevantes para os mercados de capitais e de crédito
Em entrevista concedida à Revista RI – Relações com Investidores, Fábio Coelho, presidente executivo da Associação de Investidores no Mercado de Capitais – AMEC, percorreu alguns dos principais desafios atualmente enfrentados pelos mercados de capitais e de crédito no Brasil. Entre questões regulatórias, mudanças na estrutura societária das companhias, crescimento do crédito privado e transformação tecnológica dos mercados, quatro pontos de sua análise merecem atenção especial.
sexta-feira, 7 de agosto de 2026
Caso Embraer: 56 anos e a indispensável liderança de Ozires Silva
A Embraer tem feito grandes voos.
E sua história começa antes mesmo de ela existir.
A história da Embraer costuma ser contada como a história de uma empresa. Na verdade, é também a história de uma arquitetura institucional muito interessante, que merece ser estudada, e de uma liderança decisiva para que essa arquitetura se transformasse em uma das experiências industriais mais bem-sucedidas do Brasil.
Cavalo de Tróia: a due diligence que nunca ocorreu
Um protocolo de pesquisa e conhecimento prévio
pode ser a primeira muralha de qualquer organização.
A história do Cavalo de Troia atravessou mais de três mil anos como uma das maiores demonstrações de inteligência estratégica da humanidade. Narrada por Virgílio, na Eneida, e enraizada na tradição épica grega já presente em Homero, ela costuma ser lembrada como o triunfo da astúcia sobre a força.
sexta-feira, 31 de julho de 2026
Sir Adrian Cadbury em defesa de regras para sustentar a confiança
Quando a confiança desaparece,
a governança deixa de ser opcional.
quinta-feira, 23 de julho de 2026
A aritmética da sinergia
A expressão 1 + 1 = 3 se aplica a todos os casos?
Poucas palavras exercem tanto fascínio no mundo corporativo e nos mercados financeiros quanto o termo sinergia, protagonista em grande parte das operações de fusão ou aquisição (Mergers and Acquisitions ou M&A), justificando investimentos milionários ou bilionários e sustentando projeções frequentemente promissoras de geração de valor.
sábado, 18 de julho de 2026
O conselheiro invisível: quando a voz volta a influenciar
Como ser relevante nas reuniões do conselho de administração?
No artigo O conselheiro invisível: quando a voz deixa de influenciar, discorremos brevemente sobre a rejeição a opiniões de conselheiros nas reuniões de conselhos de administração e porque ela pode existir. Já no presente artigo, procuramos explorar potenciais táticas para que a voz que não é ouvida, ou deixou de ser ouvida seja considerada.
O conselheiro invisível: quando a voz deixa de influenciar
Como ser relevante nas reuniões do conselho de administração?
Há algum tempo, um ex-colega da Faculdade de Engenharia, que participava do comitê administrativo de uma empresa, desabafou conosco sobre uma situação que lhe causara crescente frustração: suas opiniões não eram consideradas nas reuniões do conselho. Sequer apareciam, ainda que de forma sintética e sem identificação nominal, nas atas das mencionadas reuniões.
quinta-feira, 9 de julho de 2026
O homem que mudou o jogo: a governança invisível das decisões
Processos formais, reportes e relatórios
não mostram, de fato, como decisões são tomadas.
Organizações perseguem resultados por meio de ritos nem sempre plenamente compreendidos. Crescimento, lucratividade, inovação, reputação e longevidade, entre outros temas, ocupam o centro das atenções de sócios, conselhos de administração e diretorias executivas. Entretanto, por detrás de qualquer indicador que aparece em relatórios ou de qualquer meta alcançada, existe um processo invisível que define o futuro das organizações: a forma como elas decidem.
domingo, 5 de julho de 2026
Caso Dolly e o risco tributário
Adiar indefinidamente o pagamento de tributos ainda é possível?
O caso Dolly é um alerta sobre governança corporativa, risco tributário, concentração de poder e continuidade empresarial. O que está em discussão não é apenas uma dívida tributária bilionária, mas a convivência de uma organização, durante anos, com passivos relevantes, até que aquilo que parecia administrável passa a ameaçar a própria sobrevivência da empresa.
Do Decreto à Lei: o teste de efetividade da governança pública brasileira
Um avanço institucional da
Administração Pública brasileira
A governança pública brasileira caminha para um novo patamar institucional. A discussão em torno do PL nº 3.995/2024, que busca estabelecer em lei a política de governança da Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional, não deve ser vista como mera atualização normativa. Trata-se de um movimento relevante na tentativa de transformar diretrizes de boa administração em compromisso institucional mais estável e mais legalmente robusto.
terça-feira, 30 de junho de 2026
Lei das Estatais: 10 anos em prol da governança de empresas públicas
Nesta terça-feira, 30/6/2026, a Lei nº 13.303, de 30/6/2016, conhecida como Lei das Estatais, completa 10 anos de sua promulgação. A norma legal representou uma das mais importantes reformas de governança de empresas estatais, instituindo um novo estatuto jurídico para as empresas públicas e sociedades de economia mista e respectivas subsidiárias, estabelecendo regras sobre governança societária, governança corporativa, licitações, contratos, transparência, mecanismos de controle e critérios técnicos para a escolha de seus administradores.
sábado, 27 de junho de 2026
Caso Petrobras: economia mista, soberania energética e governança corporativa
Uma companhia estratégica entre o interesse nacional,
o mercado de capitais e a boa governança corporativa
Analisar a Petrobras apenas por lentes afetivas, ideológicas ou financeiras empobrece a compreensão de uma Companhia que ocupa posição singular na história econômica, energética e institucional do Brasil. Ademais, trata-se de uma empresa relevante demais para ser analisada somente sobre se deveria ser uma organização privada ou uma estatal pura. A dicotomia “ser privada versus ser estatal” é, necessariamente, limitada. Muito limitada, na verdade.
sexta-feira, 26 de junho de 2026
Adolf Berle e Gardiner Means: O estudo que desvendou o poder na sociedade por ações
Em 1932, os Estados Unidos ainda tentavam compreender as consequências da crise de 1929. Empresas haviam desaparecido, bancos haviam quebrado e milhões de investidores assistiam à destruição de patrimônio em uma escala sem precedentes. A crise produziu sofrimento nos EUA e em âmbito internacional, inclusive no Brasil.
Assinar:
Postagens (Atom)


















