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sexta-feira, 21 de agosto de 2026

Ira Millstein e a governança na mesa do conselho


Quando o conselho deixa de assistir e passa a governar.

Ira Millstein ocupa um lugar muito particular na história da governança corporativa. Ele dedicou grande parte de sua trajetória a uma questão essencialmente prática: o que um conselho de administração precisa fazer para realmente governar?

quinta-feira, 2 de julho de 2026

Geopolítica e Inteligência Artificial: A infraestrutura invisível do século XXI


A infraestrutura invisível e 
os riscos de dependência da economia digital.

Durante grande parte da história econômica, as disputas geopolíticas estiveram associadas ao controle de ativos visíveis. Territórios, recursos minerais, fontes de energia, portos, ferrovias e cadeias industriais moldaram a ascensão de nações e influenciaram estratégias empresariais ao redor do mundo.

domingo, 3 de maio de 2026

Board as a Service (BaaS): Consultoria ou governança?


Startups e outras empresas caracterizadas pelo desafio do crescimento célere podem desafiar práticas tradicionais de governança corporativa. Um dos meios é o modelo de Board as a Service (BaaS), ou Conselho como Serviço. Tal formato se apresenta como alternativa flexível: ao invés de um grupo fixo e permanente de conselheiros, o BaaS permite que empresas, especialmente de pequeno e médio porte, acessem um conjunto de especialistas capacitados, sob demanda, conforme as necessidades empresariais.

domingo, 12 de abril de 2026

Conselhos de administração e suas competências

Formar um conselho de administração não é apenas decidir quem se senta à mesa de governança. É tratar de que tipo de inteligência a organização deseja convocar para si. Toda formação de conselho é, no fundo, uma escolha sobre repertório, equilíbrio, tempo, poder e capacidade de julgamento. Ao mesmo tempo, nem sempre o que funciona em determinadas circunstâncias pode funcionar em um ambiente colegiado. 

domingo, 5 de abril de 2026

Conselhos de administração e seus desenhos

A formação de conselhos de administração por vezes se dá de maneira errada. Ao invés de se discutirem efetivas necessidades da organização, discutem-se nomes, prestígio, reputação e peso institucional do potencial conselheiro. Nessa perspectiva, o conselho, constituído como vitrine de respeitabilidade, não emerge como efetiva arquitetura de inteligência e longevidade organizacional.

quarta-feira, 15 de outubro de 2025

Governança corporativa e seus eixos integrados


Em tempos de complexidade organizacional, a governança corporativa representa um sistema abrangente de liderança, controle e alinhamento institucional, que se manifesta por meio de eixos funcionais integrados – estruturas funcionais temáticas e especializadas que dão vida à estratégia e criam coerência entre propósito, ética e resultado.

sexta-feira, 5 de setembro de 2025

Solipsismo organizacional: a bolha que vai da miopia à fraude


O solipsismo é uma das ideias mais intrigantes – e desconcertantes – da filosofia. Em termos simples, é a noção de que apenas a própria mente pode ser conhecida como real. O mundo externo, as outras pessoas e até mesmo a história seriam projeções da consciência individual. Neste breve artigo, não nos aprofundamos nessa visão filosófica, focando sua aplicação, como metáfora, ao ambiente organizacional.

domingo, 3 de agosto de 2025

É Lei. Cotas para mulheres nos conselhos de empresas estatais

 

A sanção pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em julho deste ano, da Lei 15.177/2025 (23/7/2025), que estabelece cotas de 30% para mulheres nos conselhos de administração de estatais, é um marco legal, político e social no Brasil. Um marco para a governança corporativa das sociedades brasileiras. A grande questão que se apresenta agora não é mais por que fazer, mas como fazer dar certo

sábado, 2 de agosto de 2025

Governança de capital humano: Responsabilidade do board


Governança corporativa tem passado por uma transformação silenciosa, mas profunda. Embora esta seja uma disciplina relativamente recente, com origem nas disputas entre acionistas e administradores descritas na teoria do conflito de agência, evoluiu significativamente nas últimas décadas. Outrora voltada à proteção de interesses econômicos, ampliou seu escopo para incorporar preocupações com o propósito da organização, a ética, a sustentabilidade e, mais recentemente, com as pessoas.

quinta-feira, 9 de maio de 2024

Saúde integral no ambiente de trabalho: questão estratégica para as organizações


Dos ambientes corporativos competitivos àqueles monopolizados, a saúde física e mental das pessoas - sua saúde integral - emergem como elementos críticos para a produtividade e a sustentabilidade das organizações de quaisquer tamanhos. Mesmo nas chamadas sociedades unipessoais, nas quais a organização tem apenas um indivíduo.

sexta-feira, 12 de abril de 2024

Relacionamentos humanos, conselhos de administração e diretorias executivas

 

Em contextos corporativos globalizados e cada vez mais complexos, tanto conselheiros de administração quanto diretores executivos necessitam dispor de competências em relacionamento humano que transcendam as fronteiras técnicas e gerenciais. Tais habilidades são cruciais, a fim de assegurar governança e gestão eficientes e eficazes à organização. 

Entrevistas com públicos relevantes


Sugerimos aos leitores que leiam as entrevistas abaixo, as 22 mais recentes publicadas na Coluna Orquestra Societária da Revista RI - Relações com Investidores (aqui), por Cida Hess (aqui) e Mônica Brandão (aqui e aqui). 

quinta-feira, 17 de agosto de 2023

Projeto de lei cria cotas para mulheres nos conselhos das estatais


A Câmara dos deputados aprovou, neste mês de agosto, o Projeto de Lei nº 1.246/2021, que determina que pelo menos 30% das vagas nos conselhos de administração de empresas públicas, sociedades de economia mista, suas subsidiárias e controladas e outras companhias em que a União, os Estados ou os Municípios detenham, direta ou indiretamente, a maioria do capital social com direito a voto sejam preenchidas por mulheres. O descumprimento da quota impedirá a tomada de decisões pelo conselho de administração.

sábado, 16 de abril de 2022

Conselhos de administração, diretorias executivas e decisões colegiadas (2/2)


Conselhos de administração e diretorias executivas são instâncias colegiadas. Decisões tomadas em conjunto apresentam aspectos próprios, que merecem ser estudados.

Conselhos de administração, diretorias executivas e decisões colegiadas (1/2)

Conselhos de administração e diretorias executivas são instâncias colegiadas. Decisões tomadas em conjunto apresentam aspectos próprios, que merecem ser estudados.

domingo, 1 de setembro de 2019

Por que a cultura deve ser objeto de grande atenção dos conselhos de administração?


Inicialmente, cabe indagar: o que é cultura organizacional? Este termo é definido de várias formas na literatura acadêmica, mas, para fins do presente artigo, consideramos que ele seja sinônimo de regras do jogo não escritas.

domingo, 21 de julho de 2019

Indicação: livro “A caixa preta da governança”


O livro A caixa preta da governança, escrito pela especialista Sandra Guerra, baseia-se em uma ampla pesquisa realizada com 102 conselheiros de administração, com o propósito de melhor entender o que a autora considera a caixa preta da governança corporativa: o conselho de administração.

sexta-feira, 5 de julho de 2019

Participação de mulheres nos conselhos de administração: como acelerar? 3/3


Com respeito aos dois artigos anteriores sobre a participação de mulheres em conselhos de administração, dois são os destaques com os quais abrimos o fechamento da trilogia. O primeiro é que tal participação exige mais do que os importantes esforços da Bolsa de Valores B3 e do IBGC, quando se atenta ao amplo universo de empresas do Brasil (Participação de mulheres nos conselhos de administração: como acelerar? 1/3). É preciso ampliar esses esforço pelo País.

quarta-feira, 3 de julho de 2019

Participação de mulheres nos conselhos de administração: como acelerar? 1/3


A participação de mulheres na cúpula de organizações, especialmente de grandes organizações, está muito longe de um estado de equilíbrio com a participação masculina. Esta afirmativa se aplica tanto às grandes empresas do Planeta quanto do Brasil, bem como aos conselhos de administração, presidências e diretorias executivas. Neste artigo, focalizamos os conselhos de administração.