sexta-feira, 16 de maio de 2025



Esta página reúne, dinamicamente, uma seleção de conteúdos publicados neste EG, os quais, de diferentes maneiras, procuram instigar com mais assertividade o pensamento reflexivo do acessante. Boa navegação!

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quarta-feira, 14 de maio de 2025

O pensamento multidisciplinar na obra "O Mercador de Veneza" (3/3)

 

A peça O Mercador de Veneza também permite reflexões sobre governança corporativa e gestão de riscos. O capitalismo mercantilista desta obra de William Shakespeare tem investidores, modelos de governança e riscos em grande medida. Além disso, tanto o mercador Antônio quanto o prestamista Shylock incorrem em grandes erros de administração de riscos em seus negócios. Passemos a esses temas.

O pensamento multidisplinar na obra "O Mercador de Veneza" (2/3)


De maneira talvez mais explícita do que no caso da Economia, William Shakespeare aborda questões jurídicas relacionadas ao ambiente de O Mercador de Veneza. A peça adentra vários campos jurídicos: Direito das Obrigações, Direito Constitucional e muito mais, se nos detivermos em uma análise exaustiva, o que não é o caso deste breve artigo. Nessa perspectiva, passemos ao Direito.

O pensamento multidisciplinar na obra "O Mercador de Veneza" (1/3)

 

O Mercador de Veneza é uma das peças mais conhecidas de William Shakespeare, notória por sua trama envolvente e personagens marcantes. Além de ser uma obra literária clássica, oferece rico material para análise sob diferentes perspectivas. De maneira explícita e implícita, William Shakespeare aborda questões econômicas, jurídicas e outras relevantes, relacionadas ao ambiente de O Mercador de Veneza, sobre as quais se pode refletir à luz do conhecimento atual. Assim sendo, comecemos pela Economia.

quarta-feira, 7 de maio de 2025

Confiança entre sócios: alicerce invisível, consequências visíveis


Toda sociedade empresarial nasce de expectativas compartilhadas: alinhamento de propósitos, construção de um negócio próspero, crescimento conjunto e muito mais. No entanto, quando a confiança entre sócios é rompida, esse alicerce invisível se desmancha, o que revela uma estrutura frágil, permeada por litígios, perdas e ressentimentos.