Riscos de governança e gestão quando há um único sócio
Quando o negócio começa a crescer, o único sócio de uma sociedade limitada costuma enfrentar um impasse: contratar alguém para administrar ou continuar concentrando decisões e execução? A pergunta parece operacional, mas é também de governança. Mesmo sem outros sócios a quem prestar contas, quem empreende sozinho precisa definir a direção do negócio, quem decide o quê e como avaliar os resultados. Por trás dessa escolha, há muitas vezes um sonho: assegurar a própria renda, ampliar o negócio ou construir algo capaz de continuar além de sua presença.




