Quando a empresa passou a ser compreendida
como parte da sociedade
Governar uma organização, na arquitetura de pensamento de Mervyn King, deixou de significar apenas disciplina nas relações entre acionistas, administradores e conselhos. Passou também a exigir uma pergunta mais ampla: quais são as consequências da atuação de uma empresa para todos aqueles que dela dependem – e para a própria sociedade na qual ela existe?




