Dissonância cognitiva na governança corporativa
Uma empresa compra um sistema para melhorar seu atendimento. Meses depois, as falhas se acumulam, os funcionários reclamam e os clientes continuam insatisfeitos. Apesar disso, o decisor responsável insiste: “O sistema é excelente; as pessoas é que não aprenderam a utilizá-lo”. Ele pode estar certo, mas sua explicação precisa ser examinada. Também é possível que reconhecer um problema na escolha seja difícil para quem a defendeu com muita confiança.





