sexta-feira, 11 de setembro de 2026

O pensamento paradoxal e a administração de opostos


Escolher um lado pode ser o erro.

Empresas são frequentemente colocadas diante de escolhas que parecem exigir uma resposta definitiva: servir aos públicos A e B ou aos públicos C e D, focar o curto ou o longo prazo, centralizar ou descentralizar atividades, buscar eficIência ou inovar. As possibilidades são várias e decisões precisam ser tomadas.

quarta-feira, 9 de setembro de 2026

Indicação: Matérias e entrevistas na Revista RI e no Portal Acionista

 

Sugerimos aos nossos visitantes a leitura dos seguintes artigos e entrevistas, publicados pela editora deste EG Mônica Brandão em parceria com Cida Hess (Revista RI e Acionista) e José Carlos Paranhos (Revista RI):

O pensamento sistêmico e a visão do todo


Problemas complexos raramente têm causas isoladas.

Iniciemos com um problema empresarial que parece simples. Uma empresa começa a apresentar atrasos na entrega de produtos, erros e queda de produtividade. A conclusão parece evidente: faltam pessoas, todos estão sobrecarregados. A solução também parece simples: contratar. Mas talvez o problema mais profundo esteja menos na quantidade de profissionais do que no sistema em que eles trabalham.

domingo, 6 de setembro de 2026

Mulheres estão mais presentes no topo de empresas, mas a diversidade avança de forma desigual

 

Estudo revela participação feminina recorde nos espaços de decisão

A diversidade começa a ganhar espaço na alta administração das companhias abertas brasileiras, mas esse avanço ainda ocorre de maneira bastante desigual. A edição de 2026 do estudo Lideranças Plurais, realizado pela B3 em parceria com o Instituto Locomotiva, mostra que as mulheres alcançaram presença recorde nos conselhos de administração e nas diretorias estatutárias. A representatividade racial e a inclusão de pessoas com deficiência, contudo, continuam significativamente menores.

Oliver Williamson e a arquitetura dos custos de transação

 

Antes de governar a empresa, há mais o que pensar.

Se Ronald Coase, em 1937, perguntou por que as empresas existem, Oliver Williamson dedicou quase cinco décadas a responder como elas devem ser desenhadas. Nascido em 1932, engenheiro no MIT, MBA em Stanford e PhD em Carnegie Mellon, professor em Berkeley e Yale, Prêmio Nobel de 2009, Williamson transformou a ideia dos custos de transação em uma teoria testável e, sobretudo, utilizável por quem decide.

A Constituição que podemos aperfeiçoar


Um dia 7 de setembro para refletirmos 
sobre as instituições do Brasil

O dia 7 de setembro costuma nos convidar a olhar para trás. Voltamos a 1822, à Independência do nosso País e ao longo caminho percorrido pelo Brasil para construir sua soberania, suas instituições e sua identidade como nação. Mas talvez a melhor homenagem que possamos prestar à nossa história, sem nos perder do que fomos, seja também olhar para a frente. Países não ficam prontos, são construções permanentes. A independência de uma nação também se revela em sua capacidade de aperfeiçoar as próprias instituições.