quinta-feira, 27 de agosto de 2026

Mervyn King e a governança além do acionista


Quando a empresa passou a ser compreendida
como parte da sociedade

Governar uma organização, na arquitetura de pensamento de Mervyn King, deixou de significar apenas disciplina nas relações entre acionistas, administradores e conselhos. Passou também a exigir uma pergunta mais ampla: quais são as consequências da atuação de uma empresa para todos aqueles que dela dependem – e para a própria sociedade na qual ela existe?

quarta-feira, 26 de agosto de 2026

Era do obscurantismo na geopolítica?


A visão geopolítica de Paulo Nogueira Batista Jr.,
economista, ex-Diretor Executivo no FMI e 
ex-Vice-Presidente do Banco do BRICs

Em artigo publicado na revista CartaCapital, denominado A era do obscurantismo (20/8/2026), Paulo Nogueira Batista Jr. economista que exerceu cargos relevantes no FMI e no Banco do BRICs, propõe uma interpretação sobre a geopolítica internacional. O texto parte da constatação de que a humanidade atravessa a situação mais delicada desde a Segunda Guerra Mundial.

sexta-feira, 21 de agosto de 2026

Ira Millstein e a governança na mesa do conselho


Quando o conselho deixa de assistir e passa a governar.

Ira Millstein ocupa um lugar muito particular na história da governança corporativa. Ele dedicou grande parte de sua trajetória a uma questão essencialmente prática: o que um conselho de administração precisa fazer para realmente governar?

quinta-feira, 20 de agosto de 2026

Bob Tricker e o nascimento intelectual da governança corporativa


Antes de a governança corporativa se tornar código,
ela precisou se tornar objeto de estudo.

Robert Ian “Bob” Tricker ocupa uma posição singular na história da governança corporativa. Antes de o tema ganhar a projeção mundial que alcançaria nas décadas seguintes e antes de relatórios como o Cadbury Report difundirem internacionalmente as boas práticas de governança, Tricker já investigava, de maneira sistemática, o funcionamento dos conselhos de administração, os mecanismos de controle das organizações e, sobretudo, uma questão essencial: quem governa aqueles que administram?

terça-feira, 18 de agosto de 2026

IA em 2026: entre produtividade e dependência

 

A inteligência artificial generativa está ampliando rapidamente seu espaço na vida cotidiana, mas a transformação mais relevante não está apenas no número de pessoas que utilizam essas ferramentas. Em artigo publicado pela Harvard Business Review, Marc Zao-Sanders analisou como a IA vem sendo efetivamente utilizada em 2026, apontando uma mudança mais profunda: sistemas concebidos inicialmente como instrumentos de produtividade começam também a participar de atividades tradicionalmente associadas ao pensamento, à decisão e até às relações emocionais humanas.

domingo, 16 de agosto de 2026

Presidente da AMEC elenca questões relevantes para os mercados de capitais e de crédito


Em entrevista concedida à Revista RI – Relações com Investidores, Fábio Coelho, presidente executivo da Associação de Investidores no Mercado de Capitais – AMEC, percorreu alguns dos principais desafios atualmente enfrentados pelos mercados de capitais e de crédito no Brasil. Entre questões regulatórias, mudanças na estrutura societária das companhias, crescimento do crédito privado e transformação tecnológica dos mercados, quatro pontos de sua análise merecem atenção especial.