Governança corporativa pode parecer, à primeira vista, um território dominado por números, indicadores, relatórios, auditorias, matrizes de risco, demonstrações financeiras e complexos modelos de projeção do futuro. Conselheiros recebem toneladas de informações e precisam transformar esse material em decisões capazes de diagnosticar o presente, antecipar riscos e construir o futuro da organização.
sábado, 29 de agosto de 2026
quinta-feira, 27 de agosto de 2026
Rachel Carson e a governança das consequências invisíveis
Consequências de algumas decisões, por vezes,
aparecem quando já é tarde demais.
Rachel Louise Carson não foi uma teórica da governança corporativa, mas seu legado remete aos primórdios do princípio da sustentabilidade, um dos princípios de governança. Bióloga marinha, escritora e cientista norte-americana, ela construiu parte importante de sua carreira no serviço público federal dos Estados Unidos e tornou-se conhecida inicialmente por seus livros sobre os oceanos, como o premiado The Sea Around Us, publicado em 1951. Cerca de 11 anos após, em 1962, com a publicação de Silent Spring, seu nome entraria definitivamente na história.
Mervyn King e a governança além do acionista
Quando a empresa passou a ser compreendida
como parte da sociedade
Governar uma organização, na visão de Mervyn King, deixou de significar apenas disciplina nas relações entre acionistas, administradores e conselhos. Passou também a exigir uma pergunta mais ampla: quais são as consequências da atuação de uma empresa para todos aqueles que dela dependem – e para a própria sociedade na qual ela existe?
quarta-feira, 26 de agosto de 2026
Era do obscurantismo na geopolítica?
A visão geopolítica de Paulo Nogueira Batista Jr.,
economista, ex-Diretor Executivo no FMI e
ex-Vice-Presidente do Banco do BRICs
Em artigo publicado na revista CartaCapital, denominado A era do obscurantismo (20/8/2026), Paulo Nogueira Batista Jr. economista que exerceu cargos relevantes no FMI e no Banco do BRICs, propõe uma interpretação sobre a geopolítica internacional. O texto parte da constatação de que a humanidade atravessa a situação mais delicada desde a Segunda Guerra Mundial.
sexta-feira, 21 de agosto de 2026
Ira Millstein e a governança na mesa do conselho
Quando o conselho deixa de assistir e passa a governar.
Ira Millstein ocupa um lugar muito particular na história da governança corporativa. Ele dedicou grande parte de sua trajetória a uma questão essencialmente prática: o que um conselho de administração precisa fazer para realmente governar?
quinta-feira, 20 de agosto de 2026
Bob Tricker e o nascimento intelectual da governança corporativa
Antes de a governança corporativa se tornar código,
ela precisou se tornar objeto de estudo.
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