A formação de um conselho de administração por vezes se dá de maneira errada. Ao invés de se discutirem efetivas necessidades da organização, discutem-se nomes, prestígio, reputação e peso institucional do potencial conselheiro. Nessa perspectiva, o conselho, constituído como vitrine de respeitabilidade, não emerge como efetiva arquitetura de inteligência e longevidade organizacional.
